Uma das melhores coisas que um computador tem é o botão reset. Quando empanca.... reset e problema resolvido!!
Nos jogos de computador este também é um botão magistral. O jogo não está a correr bem? Não queremos que o erro que fizemos fique registado e queremos voltar à acção para decidirmos melhor? Reset!!! E estamos prontos para começar de novo.
Ao que parece o Sócrates vem aí para comentador político e a exemplo de Marcelo Rebelo de Sousa e Marques Mendes, com as soluções para Portugal! Não percebo é porque, enquanto estiveram na política activa não sabiam o que deveriam, ou não, fazer!
Se calhar a iluminação é algo que só chega depois de saírem da política! Reset!!
O Ministro das finanças, que afinal parece que é o primeiro-ministro - o marido da Laura é só o seu testa de ferro - finalmente levantou o véu e explicou porque é que as políticas do governo não surtem efeito, bem como o porquê de nas previsões não acertarem uma!Afinal o memorando da troika está mal feito!! O tipo esquece-se é que foi o PSD/CDS e PS que acertaram com a troika o memorando! Tendo o marido da Laura dito após as eleições que o memorando da troika era o seu programa de governo! Reset!!!!
Depois de Ulrich vir com aquelas sábias dissertações sobre a austeridade, vem agora o Belmiro de Azevedo dizer que sem salário baixos não há emprego!? Reset .... às contas no BPI e às compras no continente e comunicações da Optimus!!
O Zombie de Belém, aprendeu há pouco tempo a diferença entre "de" e "da", e tratou de despachar uma errata para a Lei 46/2005 de forma a permitir que os partidos políticos pudessem contornar a Lei e se eternizarem à frente dos destinos das câmaras. Felizmente que o Honorável Juiz Dr. António Marcelo dos Anjos interpreta a Lei pelo propósito com a Lei foi concebida! Neste caso.... Save! (esperemos que faça jurisprudência)
Ora, digam lá se um botão para fazer Reset não vinha mesmo a calhar?
quinta-feira, 21 de março de 2013
ONDE FICA O BOTÃO DE "RESET"?
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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
COISA FEIA... A INVEJA!!
Acho condenável
o povo insurgir-se contra tão ilustre ministro, que
trabalhou sem descansar durante um mês, para num ano conseguir ter
uma licenciatura que a maioria faz em 5 anos. O Miguel Relvas foi vilipendiado
no seu direito de se expressar por uma cambada de invejosos que, por não terem a capacidade do ministro, o amordaçaram! O anfitrião do evento organizado pela
TVI, jornalista de profissão, não pôde senão indignar-se pelo atentado à
liberdade de expressão que, como é sabido, é uma das regras primordiais do
jornalismo, antecedendo mesmo a 2ª e 3ª regra, isenção e rigor! (Não necessariamente por esta ordem).
Mas a TVI
e o próprio ISCTE são os culpados deste desrespeito pelos direitos dos cidadãos! Quem é que no seu perfeito juízo põe uma sobre-dotada pessoa que
conclui a universidade em tempo record a falar para pessoas sem capacidade que
tentam tirar o curso em 3 ou 5 anos e a correr bem?
A inveja é uma coisa feia, mas gozar com as pessoas também!
Puseram-se a jeito e agora estão chateados.
O
primeiro vice-presidente do PSD, sim! porque primeiro é primeiro e vice é vice!
O primeiro vice é uma espécie de primeiro classificado numa corrida de 2º nível, ou seja não é campeão porque a corrida é de nível inferior, se no 1º patamar encontramos o Passos
Coelho, Vitor Gaspar e Miguel Relvas, bem podemos concluir o grau de exigência para ser o primeiro dos vices, talvez seja para este
tipo de competição que há faculdades a "exigir" média de 9 para entrar!!
Como ia
dizendo o primeiro vice emitiu um comunicado de imprensa a repudiar tal vil
acto dos invejosos pseudo-estudantes ao negarem o direito de expressão ao seu ministro e quiçá
mentor.
Não fosse a pronta acção do seu (do ministro, não do 1º da 2ª) corpo de segurança e podia ter-se originado uma tragédia e Portugal ter perdido o seu mais brilhante cidadão!
É sabido que os ministros são uns desgraçados que parecem um verdadeiro
saco de boxe de cada vez que saem à rua. Que as suas políticas são ajustadas, são mal
interpretadas pelos iletrados concidadãos, que só querem é andar de papo para ar e a receber dinheiro do estado que é ganho com muito suor à custa do trabalho das doutas e abnegadas pessoas que escasseiam no parlamento.
A malta não sabe o que os membros do governo e restantes membros da
AR lutam para conseguirem falar para os jornais, para terem alguma voz, para alguém os poder ouvir, nem têm tempo de antena nenhum. E mesmo que tivessem, a falta de
mordomias que detêm - só é mesmo possível, num país como este ingrato Portugal - não lhes sobra tempo na agenda para darem entrevistas ou irem
a programas de TV e rádio.
O povo, esse mal agradecido e
invejoso, não reconhece que os seus mais altos representantes, trabalham num
estado de precariedade tal que roça a escravização desta classe!
A malta não sabe e por isso admira-se por não haver cortes na AR!
É que já não há mais nada onde cortar, já
estão a rapar o osso quando mais
procurar gorduras.
Vamos lá acabar com a ingratidão e reconhecer - de uma vez por todoas - que ganhar eleições, não é uma benção, mas sim uma maldição!
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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
O ABSURDO TEM LIMITES
Sou um
fora-da-lei!! É isso! Sou um durão!!! (só não sou barroso e ainda bem!!)
Hoje já desafiei o nº 2 do governo duas vezes, uma
quando paguei o serviço do arrumador (1€) e ele não me passou factura, outra
quando fui comprar tabaco e a máquina, também, não me deu a factura. Em ambas
as situações, fui-me embora de peito
feito, sabendo que tinha cometido ilegalidades mas sem me preocupar com os
fiscais que se cruzavam comigo e me olhavam de lado.Sim! Ao que parece agora
somos todos fiscais das finanças! No entanto, eu sabia que
eles não se atreveriam a meter-se
comigo, pois claro! Afinal sou um fora-da-lei e por isso um tipo perigoso! Sou
um duro!
E não vou ficar por aqui, ainda vou buscar uma garrafa ou um
chocolate a uma das máquinas de snacks!
Acho, no entanto, que a medida é bem pensada e estruturada, se
pensarmos na taxa de desemprego que está quase, quase nos 17% e que é preciso baixar.
Mas atenção! Deixo aqui a observação
ao governo, que de certeza por distracção se esqueceu de incluir na
nova medida fiscal. A taxa não vai descer se à malta do burgo que faça de fiscal do fisco não forem pagas as devidas remunerações e descontos para o IRS e para a SS.
Ah! Não foi distracção!? Sou mesmo obrigado!? Então, não tem de quê!!! Não faço!!!
Pois é! Sem dinheiro, não há palhaços, por isso, não fiquem à espera que eu ande a
fiscalizar de graça o que compete ao Estado
fazer.
A bem
dizer, apetece-me parafrasear o marido da Laura que quando questionado se tinha
pedido factura quando alugou uma casa para férias
no ano passado, respondeu - à jornalista - que não se estava a falar de dinheiros públicos pelos que a pergunta não
tinha cabimento.
Ora, se o
marido da Laura não tem que responder porque não são dinheiros públicos, acho que qualquer cidadão tem o direito de responder ao fiscal da AT o mesmo,
quando inquirido se pediu ou não factura quando foi ao café.
Não perguntem o que o País pode fazer por nós, perguntem-se antes o que podem fazer pelo País.
A
resposta é muito clara, acabar com a
corja que está no governo.
Desafio o
ministro lento nas palavras, mas rápido a cuspir medidas para
ganhar mais dinheiro com impostos a taxar a estupidez e a parvoíce!
- Espera
aí Oh! Gaspar!
Estava a
brincar porque se se criasse essa taxa a dívida pública e soberana de Portugal subia exponencialmente pois o
grande contribuinte seria o Estado.
Isto deve
ser algum record digno do livro do Guinness, acho que nunca um governo teve
tantas medidas desajustadas, inesperadas, inócuas
e falhadas. E pelos vistos as medidas tomadas por este governo não conhecem limites nem sequer o limite do absurdo, sim
porque até o absurdo tem limites, pelos
vistos …. a parvoíce é que não!!
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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
EXTEMPORÂNEO - SIGNIFICADO (por um português correcto)
Começo por afirmar, para evitar mal entendidos, que o que escrevo aqui é da minha inteira responsabilidade e não contêm nenhuma vinculação à minha entidade patronal, pois aqui no meu blogue não figura qualquer menção onde trabalho, nem uso ou menciono o meu endereço profissional.
Nas últimas semanas apercebi-me que o Português é uma língua constantemente atropelada por pessoas com formação académica mais elevada que a minha e que tampouco sabem o significado de algumas palavras do nosso léxico, o que torna a situação de uma certa forma preocupante pois são pessoas com poder de decisão.
Fui confrontado com a má interpretação de um texto redigido por motivos profissionais, para uma associação, que melindrou alguns dos intervenientes por desconhecimento do significado das palavras. O texto alertava para situações graves que poderiam ocorrer levando as entidades patronais a pagarem avultadas coimas por falta de um serviço do Estado. No seu seguimento, gerou-se uma troca de e-mails entre pessoas do meio, em privado, (i.e. só entre os associados) comentando a inacção da associação que alguém resolveu passar para esta última, levando à indignação por se falar em privado de considerações semi-públicas entre membros que trabalham activamente no terreno e sem "cargos" ou agendas políticas.
Nesta pântano onde se encontra a língua portuguesa, a palavra extemporâneo não foi das que sofreu alteração, pelo que assumo desde logo que as pessoas simplesmente não fazem ideia das barbaridades que dizem quando tentam interpretar palavras que desconhecem. A mim, na escola primária, ensinaram-me a consultar o dicionário sempre que não sabia o significado de alguma palavra. Talvez a minha escola da província interior tivesse mais competência que outras escolas nas cidades.
Para quem não sabe o significado, a palavra extemporâneo não significa alguém que não sabe de nada, não significa alguém que caiu ali de pára-quedas, não significa bufo (se bem que também seria apropriada a utilização desta ou de chibo no texto).
Porque terão pensado tal coisa? Pois a resposta será demasiado simples, porque efectivamente o reencaminhamento cobarde de uma troca de e-mails (em privado) sobre a situação, levou a que se calhar essa mesma pessoa tenha pensado que teria sido esses os adjectivos que merecia ter lido nas respostas em aberto que lhe sucederam.
Para que não restem dúvidas eis o significado da palavra extemporâneo
1. Que não está em seu tempo próprio.
2. Aquilo ou aquele que aparece fora do seu tempo; algo ou alguém sem sentido de oportunidade - inoportuno;
3. Diz-se daquilo ou daquele que não se espera, que é inesperado.
ou seja;
- Que vem fora de tempo; inoportuno; inesperado
Como sinónimos de EXTEMPORÂNEO podemos utilizar:
. Intempestivo, inoportuno, inesperado, precoce, prematuro, repentino e anacrónico.
....
Muitas das acções são escolhas que fazemos e que temos que viver com elas, e assumo na íntegra os meus textos, aqui ou na minha vida profissional, por isso acho que vou agir, fazer uma escolha, só espero - nesta escolha - não ser extemporâneo.
Já que falamos de língua portuguesa, afirmo que este texto - como todos os outros - foi escrito em completo desacordo ortográfico
Nas últimas semanas apercebi-me que o Português é uma língua constantemente atropelada por pessoas com formação académica mais elevada que a minha e que tampouco sabem o significado de algumas palavras do nosso léxico, o que torna a situação de uma certa forma preocupante pois são pessoas com poder de decisão.
Fui confrontado com a má interpretação de um texto redigido por motivos profissionais, para uma associação, que melindrou alguns dos intervenientes por desconhecimento do significado das palavras. O texto alertava para situações graves que poderiam ocorrer levando as entidades patronais a pagarem avultadas coimas por falta de um serviço do Estado. No seu seguimento, gerou-se uma troca de e-mails entre pessoas do meio, em privado, (i.e. só entre os associados) comentando a inacção da associação que alguém resolveu passar para esta última, levando à indignação por se falar em privado de considerações semi-públicas entre membros que trabalham activamente no terreno e sem "cargos" ou agendas políticas.
Nesta pântano onde se encontra a língua portuguesa, a palavra extemporâneo não foi das que sofreu alteração, pelo que assumo desde logo que as pessoas simplesmente não fazem ideia das barbaridades que dizem quando tentam interpretar palavras que desconhecem. A mim, na escola primária, ensinaram-me a consultar o dicionário sempre que não sabia o significado de alguma palavra. Talvez a minha escola da província interior tivesse mais competência que outras escolas nas cidades.
Para quem não sabe o significado, a palavra extemporâneo não significa alguém que não sabe de nada, não significa alguém que caiu ali de pára-quedas, não significa bufo (se bem que também seria apropriada a utilização desta ou de chibo no texto).
Porque terão pensado tal coisa? Pois a resposta será demasiado simples, porque efectivamente o reencaminhamento cobarde de uma troca de e-mails (em privado) sobre a situação, levou a que se calhar essa mesma pessoa tenha pensado que teria sido esses os adjectivos que merecia ter lido nas respostas em aberto que lhe sucederam.
Para que não restem dúvidas eis o significado da palavra extemporâneo
1. Que não está em seu tempo próprio.
2. Aquilo ou aquele que aparece fora do seu tempo; algo ou alguém sem sentido de oportunidade - inoportuno;
3. Diz-se daquilo ou daquele que não se espera, que é inesperado.
ou seja;
- Que vem fora de tempo; inoportuno; inesperado
Como sinónimos de EXTEMPORÂNEO podemos utilizar:
. Intempestivo, inoportuno, inesperado, precoce, prematuro, repentino e anacrónico.
....
Muitas das acções são escolhas que fazemos e que temos que viver com elas, e assumo na íntegra os meus textos, aqui ou na minha vida profissional, por isso acho que vou agir, fazer uma escolha, só espero - nesta escolha - não ser extemporâneo.
Já que falamos de língua portuguesa, afirmo que este texto - como todos os outros - foi escrito em completo desacordo ortográfico
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